sexta-feira, 20 de junho de 2008

Ah, essa internet...





Conheci Amanda numa sala de bate-papo. Há mais ou menos uns oito anos atrás, freqüentava uma sala do Rio de Janeiro, num desses sites. Conheci muita gente, viajamos mensalmente e alguns amigos eu carrego comigo até os dias atuais. Certo dia, conheci Amanda; Lourinha safadinha, danadinha. No primeiro momento fiquei doido, como nunca fui de forçar barra pra nada, deixei rolar naturalmente. Com o tempo não deu em nada, e acabamos virando amigos e nada acontecera. Mas ela sempre esteve na minha lista de msn.
Quatro anos depois, assim sem querer voltamos a nos falar. O papo era quente sempre, ela me contava tudo, não tínhamos segredos nem pudores e esta relação acabou nos conduzindo a um caminho comum: A cama! Começamos a nos falar por celular todos os dias e ela resolver ir me visitar no trabalho. Quando sai pela portaria, eu vi uma loura de quase dois metros de altura com um cabelão. A primeira coisa que eu disse foi: “Que isso mulher, eu não te agüento não, você é muito grande”... Ela riu muito. Deste dia em diante começamos a nos ver, frequentemente, as coisas estavam indo com naturalidade. Embora ela tivesse aquele tamanho todo, ela era novinha, tinha 20 anos e eu já estava perto dos meus 25.
Diante de alguns encontros percebemos que já não poderíamos mais nos encontrar na rua, pois os instintos já estavam nos levando a praticas e caricias inconvenientes para tal cenário. Marcamos de sair no sábado seguinte. Ai que a historia passa a ser um desabafo. Ela fazia faculdade num shopping da zona norte. Deixei meu carro no shopping e saímos no carro dela. O clima estava gostoso, ela estava de vestido jeans de botão. Fomos a um motel próximo para não perdermos muito tempo. Eu mal sabia por onde começar além de ter como aliada a consciência de que aquela mulher sabia bem o que estava fazendo. Começamos a nos beijar, ela tinha um peito enorme, duro, suculento, lindo e com mamilos rosados. Adoro! E eu ia abrindo os botões do vestido dela passeando com minha mão pelo corpo dela. Nada de pudores. Ela gostava de conduzir, de mandar e eu até gosto. Abaixou minha calça e minha cueca ao mesmo tempo sem cerimônias. Ela levava os mamilos até minha boca e ia descendo e punhetando meu pau com aqueles peitos gostosos. Ao tempo que ela fazia este movimento ela parava abaixada e começava a se tocar e dar tapas em sua buceta. Meu pau pulsava e parecia que ia explodir. Ela me chupava como se o meu pau fosse o ultimo da vida dela. Conseguia quase colocá-lo por inteiro dentro da boca, confesso que quase não consegui controlar. Mas tinha muito por vir ainda.
Recebido todas essas dádivas de prazer, era minha vez de retribuir. Lembro que a deitei de costas, sentei sobre sua bunda e fui massageando e beijando seu pescoço, sua nuca com meu pau acomodado no meio da bunda dela. Eu ia chupando seus ombros lambendo o caminho de sua espinha. Lambia e acariciava suas costas, deitava meu corpo em cima do dela, acompanhava as pernas até chegar aos pés. Ela gemia baixinho, tão gostoso. Feito este carinho, virei a de frente já disposto a chupar aquela buceta com vontade. Eu mordiscava os mamilos e com uma das mãos eu acariciava bem de leve, quase não tocando os lábios daquela buceta. E fui descendo, fazendo o tradicional caminho da felicidade. Quando cheguei lá pertinho, percebi que o cheiro não me agradava nem um pouco. Era forte, não era odor de sujeira, mas era forte e desconfortável. A agora? Como faz, joga tudo por água abaixo. Ah, não é nada fácil chupar uma buceta e prender a respiração ao mesmo tempo. Mas eu me virei e fui levando, acredito que pra ela não tenha sido uma das melhores chupadas da vida dela, eu até reconheço que fui displicente mas não havia como ser diferente. Tirando esse pequeno detalhe, o resto fluiu melhor que o esperado. Transamos como selvagens, e eu até esqueci daquele cheiro. Ela falava coisas que dispensavam qualquer rebolado. Mas mesmo assim ela estando por baixo conseguia rebolar muito bem. Juntei as pernas dela e por cima dela abaixado deixei meu pau entrando e saindo imprensado roçando nos poucos pentelhos daquela buceta quente. Ela gozava com facilidade e aquilo me deixava mais a vontade. Praticamos varias posições. Mas o abono pelo inconveniente anterior veio no momento que ela veio para o pé da cama e ficou de quatro. Lembro como hoje o quanto aquela buceta era quente. Comecei a enterrar lentamente e fundo e ela me puxava pra ela, aquilo ali pra mim já estava por demais uma delicia. Até que ela com a mãozinha delicada dela tira meu pau de dentro da buceta dela e coloca na entrada daquele cú, não falou nenhuma palavra só apontou e empurrou pra trás. Eu nunca vi um cú aceitar meu pau com tanta facilidade. E ela descia ate a base do meu pau e ia tirando ate a cabeça e ia fazendo isso rebolando, que visão era aquela. Não demorei muito pra gozar e atender aquele pedido tão carinhoso dela: “goza no meu rabo, goza! Enche meu cu de leitinho quentinho, enche” antes mesmo de ela acabar de falar eu já estava depositando minhas virtudes, quentes e viscosas por dentro daquele rabo. Em seguia ela deitou e ficou me olhando com aquela carinha de safada. Linda a danada! Transamos mais uma vez nesse dia após tomarmos um banho. E ficou constatado que o cheiro que ela exalava era totalmente natural dela. Depois disso não saímos mais, e ela teve ódio de mim, achando que eu só queria abusar dela. Não tive coragem de contar pra ela o motivo verdadeiro de eu não tê-la procurando novamente. Nos vimos algumas vezes depois, mas não rolou mais...

sábado, 7 de junho de 2008

Neste mesmo cenário...


Aconteceu mais ou menos há um ano e meio atrás. Ela até a presente data, uma mulher casada e eu por minha vez, um membro assíduo da liberdade. Devido ao fato de eu estar ajudando na construção gráfica de sua monografia, era inevitável a proximação física. Eu, um eterno amante da femininidade, cada vez mais me atentava para os pequenos detalhes daquela mulher, que aos poucos foi me envenenando sem querer.
A diaba parecia que sabia do que eu gostava. As unhas sempre feitas, quase sempre de vestido, as mãos lindas, os cabelos soltos e o perfume era uma mistura de doce com amadeirado, sei lá que diabos de cheiro era aquele, mas parecia me deixar aceso. Até que um dia, “simples assim”, eu disse pra ela! – eu quero você! Ela não absorveu bem, perguntou: “como assim”! Eu disse – exatamente assim, eu quero você assim como você entendeu. Eu precisava te dizer isso. Agora vamos continuar com o projeto.
Daí em diante, ela já sabia do mais importante, e pra mim foi questão de tempo, paciência e autocontrole. Comecei a ser mais presente, participar da vida dela, me importar mais com tudo, trabalho, faculdade, família e tal... O marido mal dava atenção e carinho pra ela, se limitava em pagar as contas e dar conforto. Grande erro! E quando eu percebi, numa dessas caronas da vida, parei o carro no meio do trânsito, liguei o alerta e a beijei. Os lábios dela muito mais finos que os meus, a boca bem menor que a minha, mas nos ajustamos bem. Confesso que meu corpo inteiro ferveu quando segurei a pelo pescoço e chupei aquele queixo, subindo ate a boca, arrastando os lábios ate o pescoço... Aí começaram a buzinar e eu tive que continuar o caminho. Não falamos nenhuma palavra ate o lugar próximo à casa dela. Aonde eu a deixava. Ficamos dois dias sem nos falar, e no terceiro dia estávamos juntos como se nada tivesse acontecido.
Tentei me desculpar quanto ao acontecido, mas ela me surpreendeu, ela já estava envolvida e disse até ter gostado. Nossos encontros foram ficando cada vez mais ousados. Como eu desejava aquela mulher. Queria explorar aquele corpo, de fato sentir o calor, o gosto daquela pele. E eis que um belo dia, saímos do trabalho e fomos pra um lugar que sempre costumo ir pra tomar uma cerveja. O visual é espetacular e da pra ver o por do sol. (era horário de verão). Ficamos ali conversando sobre a vida e quando entramos no carro, as coisas começaram acontecer. Só de beijar aquela mulher, eu parecia sentir todo o corpo dela. Eu deixei levar, levantei o vestido comecei a beijá-la e acariciar sua buceta por sobre a calcinha, bem devagar eu esbarrava com meus dedos em sua buceta. Como era quente, as coxas dela parecia pegar fogo. Ela sem pudor algum, me pediu: “me chupa”... quase gozei nessa hora. Chupei como nunca chupei uma buceta antes. Sem pudor, sem medo, como um cão sedento, ela gozou como uma devassa, parecia não saber o que isso há tempos. Cravou por varias vezes as unhas nas minhas costas, quanto mais ela apertava mais eu chupava, lambia, e ao mesmo tempo acariciava seu cuzinho com meus dedos. Perdi as contas de quantas vezes ela gozou naquele dia.
Depois disso, ela foi caridosa e disse, vou chupar, mas só um pouquinho, ta! Eu concordei. Mal sabia ela que com o tesão que eu estava nem precisava de muito tempo não. Ela se saiu perfeitamente bem, gozei fartamente e ela não desperdiçou nenhuma gota. Nos beijamos e fomos embora. Neste dia não poderíamos fazer mais nada por causa do tempo. Deixei a no mesmo lugar de sempre e fui embora sentindo o cheiro da buceta dela que ficou no meu buço e nos meus dedos. Amo isso! Depois disso as coisas continuaram acontecendo por quase um ano. Ela começou a desenvolver sentimento de posse e confundir as coisas. Ai o destino se encarregou de nos afastar, mas continuamos amigos. Muitíssimos amigos. rsrs

quinta-feira, 5 de junho de 2008

Aonde se ganha o pão...


Amiga de trabalho, Há mais de um ano deixou de ser apenas uma amiga de trabalho, antes casada agora separada. Antes intenso agora restam pequenas doses daquele corpo doce e entorpecente. Ela faz questão de se mostrar segura e independente, mas goza sempre como se fosse a ultima e se entrega sempre como se fosse indefesa.
Na verdade ela me usa e deixa isso bem claro. Mas é sempre muito gostoso e de fato a conexão entre nosso corpo e alma existe. Quase sempre dentro de um carro, dispensamos meias palavras, os carinhos são confundidos entre carinhos puros e safados, os beijos se perdem juntamente com as chupadas e as mãos não sabem mais por onde percorrer. Não tem essa de meia roupa, nem calcinha pro lado, ela tira tudo, eu tiro tudo sempre ficamos completamente nus dentro do carro e brincamos com o risco de sermos pegos fazendo o que muita gente tem vontade de fazer. Quase sempre o tempo é curto, mas o suficiente pra deixar tanto eu, quanto ela satisfeitos. Eu particularmente adoro esse cheiro que fica no meu corpo depois que a deixo na porta da faculdade. E logo em seguida, paro no sinal e mando uma mensagem reafirmando que sempre é maravilhoso. Mas ela não me quer pra mais nada. E sabe que hoje, nem eu!