sábado, 7 de junho de 2008

Neste mesmo cenário...


Aconteceu mais ou menos há um ano e meio atrás. Ela até a presente data, uma mulher casada e eu por minha vez, um membro assíduo da liberdade. Devido ao fato de eu estar ajudando na construção gráfica de sua monografia, era inevitável a proximação física. Eu, um eterno amante da femininidade, cada vez mais me atentava para os pequenos detalhes daquela mulher, que aos poucos foi me envenenando sem querer.
A diaba parecia que sabia do que eu gostava. As unhas sempre feitas, quase sempre de vestido, as mãos lindas, os cabelos soltos e o perfume era uma mistura de doce com amadeirado, sei lá que diabos de cheiro era aquele, mas parecia me deixar aceso. Até que um dia, “simples assim”, eu disse pra ela! – eu quero você! Ela não absorveu bem, perguntou: “como assim”! Eu disse – exatamente assim, eu quero você assim como você entendeu. Eu precisava te dizer isso. Agora vamos continuar com o projeto.
Daí em diante, ela já sabia do mais importante, e pra mim foi questão de tempo, paciência e autocontrole. Comecei a ser mais presente, participar da vida dela, me importar mais com tudo, trabalho, faculdade, família e tal... O marido mal dava atenção e carinho pra ela, se limitava em pagar as contas e dar conforto. Grande erro! E quando eu percebi, numa dessas caronas da vida, parei o carro no meio do trânsito, liguei o alerta e a beijei. Os lábios dela muito mais finos que os meus, a boca bem menor que a minha, mas nos ajustamos bem. Confesso que meu corpo inteiro ferveu quando segurei a pelo pescoço e chupei aquele queixo, subindo ate a boca, arrastando os lábios ate o pescoço... Aí começaram a buzinar e eu tive que continuar o caminho. Não falamos nenhuma palavra ate o lugar próximo à casa dela. Aonde eu a deixava. Ficamos dois dias sem nos falar, e no terceiro dia estávamos juntos como se nada tivesse acontecido.
Tentei me desculpar quanto ao acontecido, mas ela me surpreendeu, ela já estava envolvida e disse até ter gostado. Nossos encontros foram ficando cada vez mais ousados. Como eu desejava aquela mulher. Queria explorar aquele corpo, de fato sentir o calor, o gosto daquela pele. E eis que um belo dia, saímos do trabalho e fomos pra um lugar que sempre costumo ir pra tomar uma cerveja. O visual é espetacular e da pra ver o por do sol. (era horário de verão). Ficamos ali conversando sobre a vida e quando entramos no carro, as coisas começaram acontecer. Só de beijar aquela mulher, eu parecia sentir todo o corpo dela. Eu deixei levar, levantei o vestido comecei a beijá-la e acariciar sua buceta por sobre a calcinha, bem devagar eu esbarrava com meus dedos em sua buceta. Como era quente, as coxas dela parecia pegar fogo. Ela sem pudor algum, me pediu: “me chupa”... quase gozei nessa hora. Chupei como nunca chupei uma buceta antes. Sem pudor, sem medo, como um cão sedento, ela gozou como uma devassa, parecia não saber o que isso há tempos. Cravou por varias vezes as unhas nas minhas costas, quanto mais ela apertava mais eu chupava, lambia, e ao mesmo tempo acariciava seu cuzinho com meus dedos. Perdi as contas de quantas vezes ela gozou naquele dia.
Depois disso, ela foi caridosa e disse, vou chupar, mas só um pouquinho, ta! Eu concordei. Mal sabia ela que com o tesão que eu estava nem precisava de muito tempo não. Ela se saiu perfeitamente bem, gozei fartamente e ela não desperdiçou nenhuma gota. Nos beijamos e fomos embora. Neste dia não poderíamos fazer mais nada por causa do tempo. Deixei a no mesmo lugar de sempre e fui embora sentindo o cheiro da buceta dela que ficou no meu buço e nos meus dedos. Amo isso! Depois disso as coisas continuaram acontecendo por quase um ano. Ela começou a desenvolver sentimento de posse e confundir as coisas. Ai o destino se encarregou de nos afastar, mas continuamos amigos. Muitíssimos amigos. rsrs

Um comentário:

Sentimental ♥ disse...

Q bom q continuam "amigos"...
beijos